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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Adão - Um Escravo sob. Medida - parte 4



Adão Um Escravo Sob Medida


Mas havia um longo caminho e muito tempo a percorrer do estágio dos hominídeos, há 300 mil anos, até o nível de desenvolvimento que os Anunnaki já tinham atingido naquela época. Se no curso de 4 bilhões de anos o processo evolucionário tivesse começado em Nibiru, considerando apenas 1 por cento desse período, a Evolução estaria 40 milhões de anos mais adiantada ali do que na Terra. Os Anunnaki terão feito a evolução em nosso planeta dar um salto de 1 ou 2 milhões de anos? Ninguém pode calcular quanto tempo seria necessário para o Homo sapiens evoluir naturalmente dos hominídeos terrestres anteriores, mas, com certeza, 40 milhões de anos seriam mais que suficientes.


Chamados para executar a tarefa de "modelar os servidores dos deuses", ou, nas palavras dos textos antigos, "realizar uma grande obra de sabedoria", Enki deu a Ninti as seguintes instruções:








Misture a uma essência o barro

da base da Terra,

pouco acima de Abzu,

e modele na forma de um caroço.

Eu provarei bons e sábios jovens Anunnaki que darão ao barro a condição correta.


Analisei, em O 12º Planeta, a etimologia dos termos sumério e acadiano geralmente traduzidos por "argila" ou "barro" e demonstrei que eles evoluíram da palavra sumério TI.IT. Ela significa literalmente "aquele que está com vida"; adquiriu depois os sentidos derivados de "argila", "barro" e também de "ovo". O elemento terrestre no processo de "ligar" em um ser que já existia "a imagem dos deuses" devia, por-tanto, ser o óvulo da Mulher-Macaco.
Todos os textos que se referem a esse acontecimento esclarecem que Ninti deixou Enki fornecer o elemento terrestre, esse óvulo da Mulher-Macaco de Abzu, do sudeste da Africa. De fato, existe a especificação exata do lugar das minas (uma área identificada em O 12.° Planeta que fica na Rodésia do Sul, hoje Zimbábue), em um lugar acima, mais ao norte. Como mostraram descobertas recentes, essa área foi realmente o local em que surgiu o Homo sapiens...
Ninti era encarregada de obter os elementos "divinos". Eram necessárias duas extrações de óvulos para uma da essência de uma Annunaki, e um jovem "deus" foi cuidadosamente selecionado para esse propósito. As instruções de Enki a Ninti foram que ela colhesse o sangue e o shiru do deus e depois imergisse em um "banho purificante" para obter suas "essências". Do sangue seria retirado o TE.E.MA, traduzido por "personalidade", expressando o que faz uma pessoa ser diferente das outras. Mas a tradução "personalidade" não define a precisão científica do termo que originalmente significava em sumério: "o que abriga, o que liga a memória". Atualmente daríamos a isso o nome de "genes".

Outro elemento a ser retirado dos jovens Anunnaki era o shiru, comumente traduzido como "sangue". Com o tempo, a palavra adquiriu, entre outras conotações, o sentido de "carne", mas no sumério antigo referiam-se ao sexo e aos órgãos reprodutores. Sua raiz significava basicamente "ligar", o que "liga". A extração do shiru foi relacionada em outros textos sumérios com o termo kiru e, sendo do homem, significava "sêmen", o esperma.

Essas duas extrações divinas deviam ser bem misturadas por Ninti em um banho purificante e o epíteto lulu ("misto") para o Trabalhador Primitivo certamente teve raiz nesse processo de mistura. Na lingua-gem atual chamaríamos o "híbrido".

Todos esses processos deviam ser executados em perfeitas condições de higiene. Um texto menciona como Ninti lavou as mãos antes de tocar no "barro". O local era uma construção especial chamada em acadiano de Bit Shimti, da raiz suméria SHI.IM.TI, literalmente "casa onde o vento da vida é soprado". E a fonte, sem dúvida, da afirmação bíblica de que Elohim, depois de modelar o Adão do barro, "soprou em suas narinas o hálito da vida". O termo bíblico Nephesh, "sopro da vida", às vezes é traduzido como "alma". A mesma palavra é empregada na narrativa acadiana do acontecimento na "casa onde o vento da vida é soprado" depois de completarem os processos de purificação e extração:








O deus que purifica o napishtu, Enki, falou.

Sentado diante dela [Ninti] ele a convocou.

Depois de proferir seu encantamento ela pôs a mão no barro.






Extraido do livro Genesis Revisitado de Zecharia Sitchin   ---   Editora Best Sellers   ---   1990   

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